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Editora Universidade de Brasília - EDU

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Notícias Editora UnB

02/01/2021 - PROMOÇÃO VOLTA ÀS AULAS + SORTEIO DE LIVROS

Durante todo o mês de fevereiro, você poderá aproveitar nossa promoção volta às aulas com 40% de desconto em todo o catálogo da Editora UnB.

A promoção é válida para a Livraria do Centro de Vivência, localizada no Campus Darcy Ribeiro, e para a nossa loja virtual.
Na loja virtual, você ainda ganha frete grátis para as compras acima de R$100,00.

Mas não para por aí!
Cada compra feita no mês de fevereiro dará uma entrada para nosso sorteio de livros a ser realizado no dia 5 de março.

Os 4 ganhadores serão premiados com os seguintes títulos:

  • - Box - Coleção Darcy no Bolso (1º sorteado)
  • - Dicionário Infernal (2º sorteado)
  • - História da Política Exterior do Brasil (3º sorteado)
  • - Um Século de Conhecimento: Arte, Filosofia, Ciência e Tecnologia no Século XX (4º sorteado)

Para mais detalhes sobre as obras, acesse nossa loja virtual: https://loja.editora.unb.br

07/01/2021 - Editora UnB lança edital de submissão

A Editora UnB lança edital de submissão em fluxo contínuo com o objetivo de selecionar para publicação obras de cunho técnico-científico e artístico nas seguintes áreas: Artes, Literatura, Linguística, Estudos da Tradução, Ciências Agrárias, Ciências Biológicas, Ciências da Saúde, Ciências Exatas e da Terra, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Sociais e Humanas e Engenharias e Tecnologias.

Este primeiro edital de 2021 selecionará seis obras e vigerá de 2 de janeiro até 28 de fevereiro. Entre julho e agosto de 2021, será lançado o segundo edital de submissão em fluxo contínuo, que selecionará mais nove obras, totalizando 15 obras que poderão ser integralmente financiadas pela Editora UnB para publicação em até 36 meses.

O formato das obras selecionadas será decidido pela equipe técnica da Editora UnB e pelo Conselho Editorial, que procederá à seleção final. As instruções para o processo de submissão e os critérios de seleção estão definidos no Edital, disponível em https://www.editora.unb.br/documentos/edital_EDU_dezembro2020.pdf.

Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail educonselhoedit@unb.br

Ou ainda, acessar a página https://www.editora.unb.br/ComoPublicar.php.

21/12/2020 - Hermenegildo Bastos

Germana Henriques Pereira (UnB)

Hermenegildo Bastos

“A literatura como produtora de história é a qualidade que tem o texto literário de se projetar como desejo de realidade. Uma obra literária é uma projeção que uma sociedade faz de si mesma. Como um espelho que o sujeito social põe à sua frente para se ver. Porque só no outro pode o sujeito se ver. O espelho (a obra) é o outro. E, como tal, a obra literária é, em princípio, o reino da alteridade, o da polofonia e do hibridismo. Com isso, antecipamos a nossa visão de que a literatura pode ser um fator de transformação”.⁣

Essa é apenas uma das brilhantes e inúmeras contribuições que o professor, poeta e crítico literário Hermenegildo Bastos nos legou durante a sua rica trajetória entre nós. Hoje, nos despedimos dele com a certeza de que a sua educação libertadora e o seu pensamento crítico na defesa intransigente da democracia e da liberdade se faz legado entre nós que acreditamos, assim como ele, que os nossos sonhos necessitam da utopia e do saber-fazer para a transformação do mundo.⁣

Hermenegildo Bastos foi generoso com os seus alunos e professava na prática os seus sonhos e suas convicções arraigadas na luta por um Brasil justo. Não deu folga para os fascistas de plantão, que desde sempre atuam na surdina. Ensinou e formou professores, com a esperança e a crença na transformação do mundo por intermédio da literatura, que ele tanto amava. Sua vida acadêmica confunde-se com a trajetória da Universidade de Brasília e suas implicações no pensamento crítico da reflexão sobre o sentido das transformações do existente.⁣

É com a certeza do valor e da abrangência de sua obra e reconhecendo o modo e a inquietude com que o mestre Hermenegildo Bastos conduziu suas ideias e projetos que a Editora UnB presta homenagem à singularidade deste poeta da vida que tanto ajudou a criar formas de sobrevivência, luta e resistência.⁣

Germana Henriques⁣
Diretora da Editora UnB

28/04/2020 - Enquanto não passa

Germana Henriques Pereira (UnB)

Em casa, tenho três cantos escolhidos para trabalhar, escrever e pensar. O melhor é o sofá, em frente à TV, para ouvir de uma orelha distraída os estragos da pandemia e dos homens tolos. Às vezes sou tomada pela raiva e sinto vontade de danar o computador na televisão. O segundo canto é o da minha “biblioteca”, onde me sento na frente de um retrato de Rimbaud, presente dos idos de 1989, que me empurram para um passado feliz e juvenil. O terceiro é este de onde escrevo estas mal traçadas. No meu quarto, em frente aos janelões altos de vidro que deixam passar essa luz esplendorosa do sertão do Goiás, nosso quadradinho apaixonante e tão cheio de vilezas econômicas, tão estúpido na sua separação social. Vivo na segregação da classe média, no privilégio de alguns intelectuais, aqui num condomínio nas últimas franjas do lago Paranoá. Em dez anos, sempre me admirei da imagem dos trabalhadores chegando entre 7h e 9h da manhã para trabalhar, passando a barreira da entrada, como se passassem a fronteira México-Estados Unidos. Uma dor que dá ao ver as banquinhas de café da manhã do lado de fora, e os meninos e meninas conversando numa alegria... De onde vem tantos amores e risos?

Pensando aqui sobre esse isolamento, esse tempo que parece perdido se visto de longe. Se examinado de muito perto, contudo, também se pode perder a dimensão do contexto e ficar preso nas miudezas do dia a dia, da faxina, dos boletos…. Tentando um olhar menos dramático, consigo perceber algumas coisas que se sobressaem nessa pandemia. Algo como ganhar um tempo para trabalhar em casa, perto da geladeira, perto da TV, perto da filha e do neto, do companheiro, tomar a fresca no meio da tarde, ver a luz baixar no final do dia. Estou procurando encontrar aí alguma substância que me motive a continuar a acompanhar as pequenas e grandes demandas do trabalho na Editora sem entrar numa paranoia do controle nem na pachorra do desleixo. É difícil encontrar um equilíbrio quando a vida parece insistir em sonegá-lo. Até o Papa Francisco parece inquieto, bem inquieto. Como eu iria estar quieta, sabendo-se que nunca fui calma na vida? A roda gigante da angústia sobe e desce ao sabor das saudades dos amigos, da família, da praia, dos alunos. Outro dia fui a uma agência bancária no Campus Darcy Ribeiro e chorei de saudades de tomar um cafezinho com as colegas, de entrar na nossa livraria que agora está carregada de livros ótimos, necessários para este momento, de circular no minhocão e conversar com os amigos.

Em casa, eu me sinto bem, muito protegida no geral, mas também fico muito angustiada pelos que não têm casa. O fato de eu ter esse sossego de pássaros, flores, árvores, verde, azul, me leva sem pontes aos que não têm telhas sobre a cabeça. Me sinto muitas vezes dépassée par les évènements, pesada pela falta, sobrecarregada pelas dores. Nos meus sonhos de muita água, correntezas, às vezes as imundícies entram, vindas de não sei onde. Rios inteiros de podridão passam no meu sonho comigo dentro procurando uma saída. Acordo nessa luz estourada de Brasília, nesse céu límpido, nesse ar fresco e puro e sinto que tem algo de muito podre em nosso reino de paz aparente. Mas essa luz de abril não deixa de me puxar o olhar para o horizonte. E lá naquela linha para os lados da mata enxergar um dia de amanhã. Quando eu voltar à UnB, vou dar as melhores aulas que já dei. Vamos fazer os livros mais lindos que jamais fizemos. Vou levar comida para os gatos da ala sul. Vou tomar o melhor café com o melhor pão de queijo com as melhores amigas. Vou discutir as novas tendências das teorias da tradução. E do Darcy, vamos ao botequim tomar cerveja. Vou beber as palavras que ecoam: literatura, história, democracia, dialética, política, universidade, inclusão, saúde pública, direito, feminismo. Vida, enfim, a mais alta e simples de todas. Vida – a que queremos e a que todos têm direito.

23/04/2020 - Traduzir manuscritos: uma façanha sobre a qual vale a pena pensar

Valdir do Nascimento Flores
(UFRGS-CNPq)

O livro de Irène Fenoglio que tivemos a oportunidade de organizar, coordenar a tradução e publicar pela Editora UnB em 2019 – Émile Benveniste: a gênese de um pensamento – se configura em um marco bastante importante para a linguística brasileira: é a primeira obra entre nós que apresenta uma análise aprofundada da teoria do principal linguista da França, com base em manuscritos do autor. Irène Fenoglio é profunda conhecedora do pensamento benvenistiano e, através de seus estudos, traz à tona uma série de informações acerca da elaboração teórica de Benveniste, de seus hábitos de trabalho, de seu método de estudo e de suas “ruminações”, como ela mesma denomina, ao falar da constante reconsideração de assuntos por parte do autor.

Somente por esses motivos já teria sido um desafio enorme traduzi-lo e publicá-lo em português. Mas havia mais. Trata-se de um livro que tem uma característica especial e não negligenciável, quando se está falando em tradução: ele é totalmente construído a partir de análises de manuscritos de Émile Benveniste.

Traduzir manuscritos não deixa de ser uma façanha, no sentido de ser uma ação que ultrapassa o limite do habitual. Um manuscrito é, em si, um material complexo: há, nele, rasuras, palavras inacabadas, segmentos apenas parcialmente inteligíveis, frases pela metade, enfim, tudo em um manuscrito é de natureza processual. Como traduzir algo que ainda não se configura em um texto completo?

Para deixar mais complexo o processo tradutório ainda, os manuscritos de Benveniste aparecem no livro de Irène Fenoglio acompanhados de uma transcrição linearizada – que reproduz todos os elementos do original, sem, contudo, respeitar a topografia da página – e de figuras que fornecem as imagens dos manuscritos transcritos. Conclusão: tínhamos de traduzir a transcrição do manuscrito. Ora, uma transcrição já é uma espécie de tradução. Impunha-se, então, uma tradução da tradução!

Decidimos, enfim, acrescentar às, digamos, materialidades (figura e transcrição), a nossa tradução em forma de transcrição. Observemos a figura 59, abaixo, presente na página 177 do livro:

Traduzir manuscritos: uma façanha sobre a qual vale a pena pensar

O leitor encontra aí todo o tipo de desafio que enfrentamos. Vou dar apenas um exemplo: observemos acima a expressão barrada “du lang”. Traduzimos por “da ling”. Embora seja essa a única solução possível para o português, ela embaça o fato de “du” ser uma contração do artigo masculino “le” com a preposição “de”. Ou seja, “du”, nesse contexto, antecede uma palavra masculina – no caso, supõe-se ser “langage” e não “langue”, já que “langage” é palavra masculina em francês e ”langue”, feminina. Ora, a língua portuguesa nos obriga a usar “da” tanto diante de “linguagem” como de “língua”, ambas femininas em português. O leitor brasileiro terá de ser bastante atento a esse ponto. O grande linguista russo Roman Jakobson tem realmente razão, quando afirma que “as línguas diferem essencialmente naquilo que devem expressar, e não naquilo que podem expressar”.

É por essas e outras que, acredito, vale a pena retomar aqui as ideias do parágrafo com o qual iniciamos a nossa “Pequena nota sobre a tradução”, anteposta ao livro de Irène Fenoglio. Lá, dizíamos que o filósofo Paul Ricoeur, em seu belo ensaio Sobre a tradução, ao considerar a tradução uma hospitalidade linguística –. “em que o prazer de habitar a língua do outro é compensado pelo prazer de receber em sua casa, na sua própria morada de acolhimento, a palavra do estrangeiro” – nos permitia falar da duplicidade inerente ao ato de traduzir: entre uma língua e outra algo se perde (talvez o absoluto linguístico) e algo se ganha (talvez a conformidade entre possível e o equivalente).

Traduzir é, portanto, algo que se deve incentivar, pois é um acontecimento de incontestável respeito à diferença. É bom o leitor ter em mente isso!

15/04/2019 - Editora UnB promove debate sobre mobilidade urbana no Distrito Federal

Debate Mobilidade Urbana no DF

Em comemoração ao 59º aniversário da capital federal, a Editora Universidade de Brasília, que já publicou mais de uma dezena de livros sobre diversos temas que envolvem a capital federal desde sua inauguração, promove o debate “Mobilidade urbana no DF: problemas, desafios, soluções”, dia 22 de abril, às 16 horas, na livraria do Centro de Vivências, campus Darcy Ribeiro. Brasília vem enfrentando questões desafiadoras no que diz respeito à mobilidade urbana e já se assemelha às grandes cidades, embora bem mais jovem. Aumento excessivo de veículos individuais combinado com uma precária política de transporte público, aumento no número de acidentes, da poluição e da degradação ambiental já comprometem a qualidade de vida na capital federal.

Quando falamos de mobilidade urbana é preciso refletir sobre o sistema de transporte ofertado para o deslocamento das pessoas pelo governo local e sobre a organização territorial e seus fluxos. Neste sentido, a Editora UnB, com a preocupação de lançar novos olhares sobre o panorama atual da mobilidade urbana no DF, realiza este debate com os professores:

  • Aldo Paviani, professor emérito da UnB e incansável pesquisador das causas de Brasília e organizador de diversas coletâneas na Coleção Brasília, publicadas pela Editora UnB; se dedica aos temas urbanização em Brasília, gestão do território, planejamento urbano, exclusão socioespacial e emprego/desemprego em áreas metropolitanas, mobilidade socioespacial metropolitana;
  • Paulo César Marques, doutor em Transport Studies pela University of London, professor adjunto da UnB, com dedicação aos seguintes temas: simulação de tráfego, polos geradores de viagens, transporte público, mobilidade sustentável, segurança no trânsito e acessibilidade; e
  • Benny Schvarsberg, doutor em Sociologia Urbana pela UnB, professor associado da Faculdade de Arquitetura, se dedica à área de planejamento urbano com destaque para a teoria do urbanismo; atua principalmente nos seguintes temas: urbanização, urbanismo, planejamento urbano, metropolização de Brasília e mobilidade urbana

12/12/2017 - EDITORA UNB VAI PUBLICAR OBRA DE GONZALES ROJAS

A Editora Universidade de Brasília firmou convênio com a Embaixada do Chile para publicação da “Antologia Poética”, do consagrado poeta e professor chileno Gonzalo Rojas (1916-2011), pertencente à chamada “Geração de 1938”.

Traduzida pelo jornalista Eric Nepomuceno, a obra será publicada em comemoração aos 100 anos do poeta. Esta será a primeira tradução da obra de Gonzalo Rojas no Brasil e será patrocinada pela Embaixada do Chile no Brasil e pela Fundação Gonzalo Rojas, editada e produzida pela Editora UnB.

Gonzalo Rojas é considerado um dos intelectuais chilenos mais influentes das últimas décadas; possui uma vasta literatura ensaística e crítica. Seu primeiro livro, “La miseria del hombre”  (1948), já marca seu compromisso social  que vai acompanhá-lo em sua trajetória  Por causa do golpe de Estado de 1973, o autor teve que sofrer um longo exílio. É desta época, o poema “Cifrado em octubre”, dedicado à morte do dirigente do Movimento de Esquerda Revolucionária (MIR), Miguel Enriquez, no qual expressa sua dor sobre aqueles tempos sombrios: "Son los peores días, los más amargos, aquéllos/ sobre los cuales no querremos volver".

O Convênio foi assinado pela diretora da Editora UnB, Germana Henriques, pelo embaixador do Chile, Jaime Gazmuri, e pelo tradutor Eric Nepomuceno. A assinatura do convênio foi acompanhada pela reitora da UnB Márcia Abrahão.

Visita Embaixada do Chile

10/12/2017 - PROMOÇÃO DE LIVROS

Durante o mês de dezembro, a Editora UnB oferece 50% de desconto nos livros publicados em 2016 e 2017.A promoção conta com livros em diversas áreas do conhecimento e está oferecida apenas nas lojas no campus da UnB e na 406 Norte.

Aproveite e garanta bons livros para os presentes de Natal! No período das férias acadêmicas as livrarias funcionarão no horário de 8h às 18h.

06/12/2017 - POÉTICAS DO CORPO: INSTANTES EM CENA

O Coletivo Teatro do Instante reúne no livro “Poéticas do Corpo: Instantes em cena”
textos em torno dos processos de criação cênica abarcados na trajetória artística e de pesquisa do grupo

Poéticas do CorpoA coletânea organizada por Alice Stefânia Curi, Mônica Mello e Rita de Almeida Castro reúne um conjunto de artigos que tem como eixo a questão instigante do trabalho de ator. Traz também um recorte da trajetória artística e de pesquisa do Coletivo Teatro do Instante, criado em 2009 e que agrega pesquisadores de diversas áreas em torno de processos de criação cênica, dentre eles, professores, alunos e ex-alunos do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília.

O grupo, desde sua criação, tem como foco exercitar a interdisciplinaridade entre artes do corpo e da cena, literatura, música e novas tecnologias e suas repercussões no campo da formação do ator. Nos desafios de investigação do coletivo estão incluídos processos criativos em poéticas atoriais para a cena, performances e vídeos observados e gestados em rotinas de treinamento, experimentações, trocas, cursos e criação artísticas, respeitando e acolhendo singularidades.

De acordo com as organizadoras dessa significativa obra, algumas estratégias – para proporcionar esses campos experienciais – “tem sido buscadas como dispositivos de exploração sensorial, da memória e da imaginação; criação de imagens poéticas; ficções entre o real e ficcional; dramaturgias não lineares; simultaneidades cênicas; ambientes imersivos e espaços não convencionais”.

Os artigos que compõem essa coletânea, que também é ilustrada com belas fotos, são estimulantes à reflexão dos diferentes aspectos do trabalho atorial, proporcionando, ainda segundo as organizadoras, “uma viagem pelo território da cena, seja no que tange a seu processo de criação, à preparação do ator, seja no que tange a detalhes da encenação, transitando por questões teóricas e vivenciais”.

Texto: (Inês Ulhôa – Editora UnB)

06/12/2017 - LANÇAMENTO DO LIVRO “O DIVINO É AMOR”

Divino é o AmorO livro é uma coletânea das palestras e ensinamentos diários que Mataji proferiu aos devotos da Maha Yoga. Conta emocionantes histórias com profundos ensinamentos da mais alta escala espiritual e esclarece dúvidas que afligem a humanidade como: "Quem somos?"; "Qual é o sentido da vida?"; "Como ser feliz?"; "Como falar com Deus?". Ela explica sobre meditação como nunca foi abordado antes: um verdadeiro caminho na busca da paz e da felicidade tão almejadas.

De acordo com a autora, “atualmente vivemos ansiosos, com dúvidas e inseguranças”. Para ela, “já somos o Ser Divino e precisamos apenas acordar essa consciência. Cada capítulo ensina como nos conectar com nossa essência divina, como amar de forma universal, a arte de viver com simplicidade, de colocar Deus em primeiro lugar, de orar, de amar os animais e de semear a paz”. É um livro de linguagem simples e acessível, como a linguagem do amor.

Sobre a autora: Mataji recebeu a Upadesa (iniciação silenciosa) de Sri Ramana Maharshi e dedicou-se desde muito jovem ao trabalho de divulgação dos ensinamentos da Maha Yoga, ao lado do Mestre Sri Maha Krishna Swami. Em suas inúmeras viagens à India, esteve com grandes Mestres contemporâneos como Dadaji JP Vaswani, Sathya Sai Baba, Swami Tilak.  Agora ela compartilha toda essa vivência em seu mais novo livro: O DIVINO É AMOR.

Texto: (Inês Ulhôa – Editora UnB)